QUINTA DE LA ROSA TINTO

QUINTA DE LA ROSA TINTO 2017

IMPRENSA

94 pts - Sarah Ahmed;
91 pts - Recommended Decanter Magazine - junho 2019;
90 pts - Wine Enthusiast - Maio 2019
15 Delicious Portuguese Wines to Try Now “Jorge Moreira is one of the Douro Valley’s most talented winemakers, and this wine he makes for Quinta de la Rosa, with its dark-berried fruit and scent of violets, features estate-grown grapes and is a serious bargain.” - Food & Wine Magazine, setembro 2019.
 

CASTAS

Variedades autóctones tradicionalmente usadas na produção de vinho do Porto: Touriga Nacional (60%), Touriga Franca (12%), Tinta Roriz (8%) e Sousão (5%). Os restantes 15% são uma mistura de castas provenientes de Vinhas Velhas. Na sua maioria, uvas A maioria da vinha de Lamelas, plantada há mais de 30 anos por Tim Bergqvist, proprietário e pai da actual gestora da Quinta de la Rosa, Sophia Bergqvist.
 

SUGESTŌES PARA PROVA

Pode ser bebido agora ou envelhecido até 5 anos.
Acompanha bem com queijos, de um modo geral, e pratos de carne.
 

NOTAS DE PROVA

Na Quinta de la Rosa procuramos fazer vinhos harmoniosos, elegantes e que expressem a vinha e as uvas (terroir) na garrafa. 
 
O calor extremo de 2017, deu origem a um La Rosa robusto e estruturado. É um vinho concentrado mas equilibrado onde não se sente qualquer excesso de maturação. Aroma intenso e difícil de definir, com fruta preta, ervas e especiarias. Na boca é rico e cheio mas vigoroso e com muita energia.
 

NOTAS DE PRODUÇÃO

Foi um ano seco, demasiado quente para a Europa e o mesmo para Portugal. Incêndios florestais devastaram o campo, pois tudo estava seco. A vindima começou mais cedo na memória viva, alguns dias depois do 600 aniversário de casamento dos meus pais - 21 de agosto. Temperaturas acima de 400 C originaram indícios de stress hídrico e alguma desidratação. As vinhas plantadas a baixa altitude e com exposição Sul foram as que sofreram mais, sendo que, as vinhas de branco por se localizarem em altitude não foram afetadas. As previsões meteorológicas não indicavam chuva - a última vez que chovera tinha sido na última semana de Junho. Uma semana mais tarde, as temperaturas desceram e promoveram uma maturação fenólica mais equilibrada, melhores aromas e maior complexidade de sabores.
 
As vinhas velhas de altitude com exposição norte, dada a amplitude térmica e que normalmente se colhem mais tarde, atingiram excelente qualidade. Os níveis de álcool tenderam a ser mais altos e a acidez mais baixa do que o normal, sem haver contudo, grandes evidências de sobrematuração. Foi um ano em que se proporcionou ter quase todas as variedades prontas a colher na mesma altura, o que levou a um desafio logístico e aumento de volume de trabalho nas duas Adegas.
 
Uma vez mais o Enólogo Jorge Moreira teve ao seu cuidado a avaliação das maturações ideais e definição do tempo de corte. Ficamos surpreendentemente satisfeitos com a qualidade global tanto dos vinhos brancos como dos tintos. 
 

QUALIDADE, SEGURANÇA-AMBIENTE

Na Quinta de la Rosa pratica-se uma agricultura sustentável, certificada pelas entidades ADVID e SATIVA. Os vinhos não contêm, não foram produzidos a partir de, e não incluem substâncias com origem em Organismos Geneticamente Modificados. Não são usados quaisquer produtos provenientes de animais.
 

MATURAÇÃO E ENGARRAFAMENTO

Este tinto fez a fermentação maloláctica e estagiou em barricas de carvalho francês, de diferentes tanoarias (François Frères, Taransaud e Seguin Moreau) durante 12 meses. Engarrafado em outubro de 2018. 
 
Disponível também meias garrafas, garrafas de 1,5 litros e de 3 litros (double magnum).

 

Envelhecimento: 
Até 5+ anos
Produçâo: 
120.000 litros
Alcool: 
14%
Acidez:
5,6 g/dm3
Acidez Volátil:
0,8 g/dm3

 

Ph: 
3,69
SO2:
61 mg/dm3
Açucar Residual:
1,4 g/dm3